O primeiro desafio foi em 1982 no planejamento para elaboração de projetos para órgão do Governo Federal (MME) objetivando abreviar o prazo para licenças de lavras.
Que baita história! Em 1982 já se enfrentava o desafio de otimizar processos no Governo usando tecnologia — isso mostra como o COBOL e a TI pública têm raízes profundas na transformação do Brasil. Esses projetos pioneiros abriram caminho pra muita coisa que usamos até hoje.
Recentemente tive meu primeiro contato com IMS também, num projeto em que precisei fazer manutenção numa tela para inclusão de novos campos. Impressionante como essas tecnologias continuam firmes mesmo depois de décadas — e ainda exigem conhecimento técnico afiado.
Nos ultimos 25 anos participei como membro efetivo em diversos aplicativos tendo DB2 administrado pelo IMS-DB. Todas as demais aplicações na baixa plataforma requisitavam dados nas bases IMS e DB2, e todas foram atendidas por programas COBOL z/os e ASSEMBLER. Atualmente o COBOL IBM já contempla diversas funções que outrora só tínhamos via ASSEMBLER/FORTRAN, a linguagem COBOL está muito mais FORTE e já fala nativamente com diversos navegadores WEB.
Sensacional esse relato! Trabalhar com DB2 administrado via IMS-DB e integrar com múltiplas aplicações de baixa plataforma mostra bem a robustez e a importância do ambiente z/OS. E concordo totalmente: o COBOL de hoje evoluiu muito — funções que antes exigiam ASSEMBLER ou FORTRAN agora são nativas, e a integração com Web já é realidade.
Também fico impressionado como o COBOL segue firme, acompanhando a evolução sem perder sua essência. Quem conhece o legado e se atualiza, como você, segue sempre relevante.